segunda-feira, 16 de julho de 2012

JULHO 15, 2013


Acordo ao meio dia e Jude não está mais ao meu lado. reparo que o apartamento foi arrumando toda a bagunça tinha sido retirada. levanto preparo um café e sento na varanda onde fico olhando as pessoas andando de um lado para outro. termino meu café tomo um banho de gato e vou para o bar duas ruas a frente da minha onde encontro com dois conhecidos, Icaro e Jhon.
Ficamos trocando conversa sobre tudo mulher, carro, jogos de azar, futebol e até a possibilidade de Icaro ser gay. quando era umas oito horas uma moça branquinha de vestido vermelho cabelos preto e lábios realçados com um batom turquesa entra no bar, tomando atenção de uns dez machos alfa. ela senta a duas cadeiras da minha, Icaro e Jhon nem disfarçavam o olhar e fica encarando ela. três rapazes chega perto dela e oferecem uma bebida ela aceita mais sem dar muita importância para os caras. um deles com uma cara rude pergunta quanto é o programa os outro dois riem, ela continua a ignorar eles bebendo seu drink. o outro cara começa a esfregar as coxas dela, ela continua para bebendo seu drink. o outro cara  empurra o copo dela para perto de mim. ela levanta com classe e sai do bar. os cara ficam por algum motivo não vai atrás dela. já eu não falo pro Icaro e Jhon que eu to indo.
ando depressa para alcançara.

-oi
-oi
-porque você não fez nada com aqueles babacas?
-porque eles não fizeram nada de mais
-como assim?
-eu sofro esse tipo de humilhação todo dia lá em casa, então já me acostumei
-e porque você não muda?
-porque se eu me mudar não conseguirei me manter por muito tempo
-num leva ha mal mais você é uma moça muito bonita 
-mais beleza não é tudo
-num é mais fica mais fácil não?conseguir o que quer?
-nem sempre as vezes é até bom mais as vezes pode ser um maldição
-você mora aonde?
-moro a duas quadras daqui, porque?
-ta afim de tomar um cerveja lá em casa?
-num sei, nem te conheço, nem sei seu nome
-meu nome é Phill e o seu
-Eliza
-pronto você já sabe meu nome e eu já sei o seu, vamos?
-ta bom mais já vou falando não tente nada
-ta bom
 andamos mais uma rua e chegamos em meu apartamento
-é aqui que eu moro
-então vamos entrar

Entramos peguei duas cervejas na geladeira e mostrei pra ela onde ficava a varanda. bebemos, bebemos, conversamos, conversamos.
-Eliza você namora?
-namoro
-você se sente feliz com esse "namoro"
-pra falar a verdade não. é mais uma questão de sobrevivência
-porque você não arruma um homem melhor então? você é tão linda que qualquer homem daria tudo pra ficar com você
chegando mais perto dela e ela mais perto de mim
-você faria?
-sem pensar duas vezes
beijamos igual aqueles filmes de romance
ela me empurrou e começou a falar que não deveria ter feito isso. que ama muito o homem que está esperando ela em casa. com uma risada meio irônica disse:
-você realmente ama?
-num é aquele amor de jovens mais sim
-então não é amor
-como ousa dizer isso?

Virei o rosto dela pra mim e dei um beijo demorado nela. ela se rendeu a mim. começamos a nos beijar loucamente em direção ao quarto onde encostei ela na parede e depois a joguei na cama. ela rascou minha blusa branca e me deu um arranhão nas costas. tirei o vestido vermelho dela com a maior delicadeza que pude. ela estava sem sutiã, aquela pele branca como a neve estava quase toda a mostra quase toda minha. fui beijando ela pelo pescoço depois peito fiquei lá por um tempo, ela parecia ter algum tipo de sensibilidade perto do seu bico. descendo pela sua costela chegando ao umbigo. sua calcinha era de renda não tão grande nem tão pequena. ela fez questão de tirar minha calça e minha box. também fiz questão de tirar a calcinha dela. fizemos tudo ao extremo não deixamos nenhum detalhe passar. agora estava parecendo um filmo erótico. 

Terminamos e ela disse que não poderia dormi. tomou um banho e foi embora sem mesmo me passar seu numero. cansado e sozinho fui tomar um banho para tirar aquele cheiro de sexo e as marcas de batom do meu corpo. tomado banho bebi mais uma cerveja e cai na cama ao som de "help".

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